Em cada região magnética, a partícula percorre arcos circulares com a mesma rapidez e o mesmo raio:
\[r=\frac{mv}{qB}\]
Uma semicircunferência demanda:
\[t_{1/2}=\frac{\pi m}{qB}\]
No choque perfeitamente inelástico, conserve a quantidade de movimento:
\[mv=2mv^{\prime}\]
\[v^{\prime}=\frac v2\]
A carga resultante é nula. Depois do choque, o conjunto segue em linha reta, sem força magnética.
Hipótese geométrica da resposta usual: S é o primeiro retorno à interface após uma semicircunferência, e a interface divide o quadrado ao meio. Nesse caso, resta percorrer L/2:
\[t_{depois}=\frac{L/2}{v/2}\]
\[t_{depois}=\frac Lv\]
\[t_{total}=\frac{\pi m}{qB}+\frac Lv\]
O desenho não fornece cotas suficientes para garantir sozinho essa leitura. Se S for alcançado após N semicircunferências e a distância até a borda no sentido de saída for b, a forma geral é:
\[t_{total}=\frac{N\pi m}{qB}+\frac{2b}{v}\]
O número N deve ser compatível com a distância RS e o diâmetro das órbitas. Sem fixar esses dados geométricos, não há um único tempo determinado apenas por L, m, q e B.
Resposta: Na hipótese usual, $t=\pi m/(qB)+L/v$. A forma geral e as condições geométricas estão explicitadas acima.