Meça z para baixo a partir do comprimento natural da mola. A posição de equilíbrio satisfaz:
\[kz_e=mg\]
\[z_e=\frac{mg}{k}\]
Na figura, z₀ indica o deslocamento abaixo da posição de equilíbrio, e não a coordenada absoluta. A posição de soltura e a amplitude elástica são:
\[z_{\max}=3z_e\]
\[A=2z_e\]
\[\omega=\sqrt{\frac km}\]
Enquanto a mola atua, use a energia do oscilador em torno do equilíbrio. Na primeira passagem por z igual a zero:
\[\frac12mv_B^2=\frac12k(2z_e)^2-\frac12kz_e^2\]
\[\frac12mv_B^2=\frac32kz_e^2\]
\[v_B=g\sqrt{\frac{3m}{k}}\]
Acima do comprimento natural, a mola não exerce força. O movimento é de queda livre até a massa parar e retornar:
\[z_{\min}=-\frac{v_B^2}{2g}\]
\[z_{\min}=-\frac{3mg}{2k}\]
No trecho elástico, a posição pode ser descrita pela fase do oscilador:
\[z=z_e+2z_e\cos\varphi\]
A passagem por z igual a zero ocorre com cosseno da fase igual a menos um meio. O percurso elástico de ida e volta tem variação de fase total de quatro pi sobre três:
\[\Delta\varphi=\frac{4\pi}{3}\]
\[T_{\mathrm{mola}}=\frac{4\pi}{3}\sqrt{\frac mk}\]
O trecho sem força elástica inclui a subida e a descida entre as duas passagens pelo comprimento natural:
\[T_{\mathrm{livre}}=\frac{2v_B}{g}\]
\[T_{\mathrm{livre}}=2\sqrt{\frac{3m}{k}}\]
Some os tempos dos dois regimes:
\[T=\left(\frac{4\pi}{3}+2\sqrt3\right)\sqrt{\frac mk}\]
Os extremos do movimento são:
\[-\frac{3mg}{2k}\leq z\leq\frac{3mg}{k}\]
A amplitude é medida a partir do equilíbrio; ela não deve ser confundida com a coordenada absoluta no instante de soltura.